Didática Superior

"terça-feira, 25/setembro/2007"

Avaliação como prática libertadora

Filed under: Módulo 02 — gilvanete @ 20:48

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM COMO PRÁTICA LIBERTADORA 

I – SÍNTESE DE DISCUSSÕES NO CURSO:

  • Uma avaliação libertadora implica numa “Prática em que o Estudante é liberto das amarras. Amarras do medo de pensar, do medo de errar, do medo de ser, do medo de viver. É uma prática em que o Educando não precisará se defender do professor e o professor rotular o Estudante.” (Ilza Martins).
  • Na verdade, a avaliação só fará sentido se for colocada a favor da finalidade a que se propõe - a aprendizagem.
  • A avaliação da aprendizagem é um processo pelo qual se procura identificar, investigar e analisar as modificações do comportamento e rendimento do estudante, confirmando se a construção do conhecimento se processou, seja este teórico ou prático.
  • A  avaliação é:

* Dinâmica: não é estática.

* Contínua: não é terminal.

* Integrada: não é isolada do ensino.

* Progressiva: não é estanque.

* Voltada para o estudante: não para os conteúdos.

* Abrangente: não restrita a alguns aspectos da personalidade.

* Cooperativa: não realizada somente pelos professores.

* Versátil: não se efetiva sempre da mesma forma.

·        Funções da avaliação

* Fornecer bases para o planejamento.

* Facilitar diagnóstico.

* Melhorar a aprendizagem.

* Melhorar o ensino.

 II – QUESTIONAMENTOS PARA VOCÊ, PROFESSOR:

1.      É prioritário na avaliação identificar o que o aluno já aprendeu ou o que ele não aprendeu?

2.      As modificações de comportamento ou competências são pré-elegidas pelos critérios de avaliação. Pensando nas disciplinas que você é docente, quais critérios poderiam ser esses?

3.      Na perspectivas acima, quais instrumentos de avaliação seriam interessante eleger na disciplina que leciona?

 III – PARA REFLETIR:

Os alunos de hoje não são mais os mesmos do meu tempo

“É claro que os alunos de hoje não são mais os mesmos! Até aí, quem isso fala, demonstra apenas um pouco de sanidade mental”! Completo: “Maluco é quem, isso constatando, continua a dar aulas do mesmo modo que dava há 15 ou 20 anos”… (Mario Sergio Cortella – PUC/SP) “Só aprende verdadeiramente aquele que se apropria do aprendido, transformando-o em apreendido, com o que pode, por isto mesmo reinventa-lo; aquele que é capaz de aplicar o aprendido-apreendido a situações existenciais”. (Freire, Pedagogia da autonomia, p.27-28).   

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1 comentário »

  1. 1 – Se esse é o obetivo proposto no que denominamos de “avaliação”, temos sim o dever de identificar o que ele impetrou da essência do conteúdo e procurar trabalhar de formas mais interessante o que ele deixou de aprender.
    2 – Desenvolvo o critério de percepção dos assustos apresentados na sala de aula com referências diretas ao que aplicado na prática.
    Dessa forma podemos verifcar os alunos que conseguem fazer o link entre a teoria e a prática.
    3 – Os meus instrumentos são:
    a) Análise crítica de um assunto ou tema proposto.
    b) Desenlvolvimento de um plano para atingir tal propósito.
    c) Pesquisar e trazer assuntos para sala e desenvolver a idéia.
    d) uma avaliação escrita onde o aluno posso colocar o seu entendimento coerente sobre o conteúdo ministrado.

    Comentário por samuelcfc — "quarta-feira, 26/setembro/2007" @ 13:03 | Resposta


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